
Olá Pessoal!
Li essa reportagem no Jornal pioneiro de hoje e fiquei horrorizada!!!!
Leiam e repassem para o maior numero de pessoas que possam se interessar disso!
Prestem bastante atenção, pois como eu, achava que essas coisas não chegariam tão perto da gente, mas infelizmente chegou!
Temos parentes, amigos, pessoas que, mesmo com seus defeitos e escolhas pessoais, amamos e queremos o bem dela, indiferente do pecado que estejam cometendo...
Lembre-se que Deus abomina o PECADO, mas ele AMA o PECADOR!!!!
Jesus morreu na Cruz por todos, e por eles Tb.
Meu propósito de encaminhar essa reportagem, queridos, é para que vcs se conscientizem q NOS, chamados por Deus para ganhar vidas e tirá-las do inferno, precisamos não só orar, mas sim CLAMAR para que Deus transforme esses corações preconceituosos que tiram a vida dos outros por prazer!
Um abraço a todos...
Fiquem com Deus....Amu todos vcs!!!
Carina Gil
Li essa reportagem no Jornal pioneiro de hoje e fiquei horrorizada!!!!
Leiam e repassem para o maior numero de pessoas que possam se interessar disso!
Prestem bastante atenção, pois como eu, achava que essas coisas não chegariam tão perto da gente, mas infelizmente chegou!
Temos parentes, amigos, pessoas que, mesmo com seus defeitos e escolhas pessoais, amamos e queremos o bem dela, indiferente do pecado que estejam cometendo...
Lembre-se que Deus abomina o PECADO, mas ele AMA o PECADOR!!!!
Jesus morreu na Cruz por todos, e por eles Tb.
Meu propósito de encaminhar essa reportagem, queridos, é para que vcs se conscientizem q NOS, chamados por Deus para ganhar vidas e tirá-las do inferno, precisamos não só orar, mas sim CLAMAR para que Deus transforme esses corações preconceituosos que tiram a vida dos outros por prazer!
Um abraço a todos...
Fiquem com Deus....Amu todos vcs!!!
Carina Gil
(reportagem tirada do Jornal pioneiro de 02/06/2009)
EONAZISMO
"Intolerância cresce em Caxias
Homossexuais se tornaram alvos frequentes de agressões por parte de skinheads em Caxias. Porém, os casos não estão sendo registrados na polícia. Para o fundador desse movimento de extrema-direita na cidade, a violência é provocada pela nova geração ligada a grupos mais radicais e perigosos. Ou seja, jovens influenciados pela ideologia proposta pela organização Neuland, recentemente desvendada pela polícia e envolvida em assassinatos
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Caxias do Sul – No início de maio, três travestis caminhavam pela Rua Ernesto Alves, no Centro, e foram apedrejados por três rapazes. Menos de um mês depois, no bairro Kayser, um negro foi abordado por três jovens e levou dois socos. Em ambos os casos, os agressores justificaram seus atos com palavras de preconceito e racismo. Detalhe: os jovens tinham as cabeças raspadas, vestiam roupas escuras e calçavam coturnos. As cenas de intolerância praticada por esses skinheads exemplificam o que vem acontecendo com frequência na cidade, mas que dificilmente chega ao conhecimento das autoridades.Com exceção do homem agredido no Kayser, nenhum dos casos envolvendo homossexuais foi registrado na polícia, o que dificulta a repressão a esse tipo de crime. Ouvidas pelo Pioneiro, algumas vítimas alegam que as autoridades não acreditariam nas histórias. Mas os frequentadores de boates GLS confirmam pelo menos sete casos de agressões envolvendo skinheads. Os autores sempre agem em grupo e atacam em ruas de pouco movimento. Geralmente, estão armados de correntes ou pedaços de pau. As autoridades não sabem identificar quantas pessoas fazem parte dessas gangues, mas o Pioneiro apurou que seriam em torno de 20 integrantes.A onda de violência seria provocada pela nova geração dos cabeças raspadas, parte deles ligada ao movimento neonazista conhecido como Neuland (terra nova, em alemão). Esses rapazes são mais perigosos e intolerantes, segundo o fundador do movimento skinhead em Caxias. Ele pediu o anonimato por questões de segurança. Ameaçado de morte e chamado de traidor pelos antigos companheiros, o homem de 30 anos criou o primeiro grupo de extrema-direita na cidade. Em 2005, foi preso com outros amigos por envolvimento numa tentativa de homicídio contra três judeus em Porto Alegre. O caso ainda tramita na Justiça. Mas hoje se diz arrependido de ter participado de grupos de intolerância depois de ter ficado 10 anos ligado a esse tipo de movimento.– A nova geração está sem controle. São mais perigosos que os antigos skinheads e, para eles, matar é uma opção – avisa o ex-líder, que trabalha como mecânico.O morador de Caxias diz ter sido convidado a fazer parte do Neuland há cerca de um ano e meio. Não aceitou e, desde então, foi considerado um problema para o grupo, que pretendia explodir sinagogas e matar homossexuais no Estado. Um integrante da organização admitiu à Polícia Civil do Paraná que esteve em Caxias do Sul em abril deste ano para executar o mecânico. Mas não consumou o crime por falta de oportunidade. O líder nacional da Neuland, Ricardo Barollo, está preso por ser o suposto mandante do assassinato de um casal na Região Metropolitana de Curitiba.Por esses motivos, o mecânico acredita que ter apoiado o ódio contra a diversidade sexual, religiosa e étnica foi um erro. Atualmente, ele diz estar tranquilo, mas atento a possíveis emboscadas. A convivência na cadeia com outros presos foi fundamental para que ele percebesse que o radicalismo não levaria a lugar algum. Depois de ser colocado em liberdade, diz ter virado alvo de agressões por parte de punks. Nos últimos meses, passou a ser perseguido por skinheads mais radicais. Isso por ter considerado o projeto da Neuland, de separar o Sul do resto do país, como uma política doentia.– Eu recebo ameaças por e-mail, me chamam de traidor da raça, que vão matar minha família e me matar. Não me importa, nenhum orgulho é maior do que acordar com a pessoa que você ama do seu lado e levar uma vida normal, coisa que eu nunca mais vou recuperar na minha vida – desabafa o mecânico.O fato do principal líder da Serra ser ameaçado pelos antigos companheiros mostra que o problema está ganhando proporções graves. O conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos no Estado, Jair Krischke, explica que o novo componente do neonazismo gaúcho é o separatismo aliado à prática terrorista. Krischke luta contra os movimentos de intolerância há 20 anos. Ao contrário de outros tempos, ele afirma que os integrantes da Neuland têm objetivos mais claros.– Até então, Caxias tinha uma violência que envolvia brigas, uso de soqueiras, tacos. Agora surge essa novidade: Neuland. Em depoimento, um dos integrantes admitiu: para que matar um judeu se nós podemos matar vários judeus. Ou seja, não é mais o agredir e sim matar – diz Krischke.Para o conselheiro, apesar das recentes prisões e apreensões envolvendo neonazistas, o trabalho da polícia não é suficiente. Para ele, as famílias precisam estar atentas sobre o que acontece com seus filhos.– Que juventude é essa? Os pais têm responsabilidade sim – critica."

